Segurança e conformidade

Dado clínico protegido, IA usada com responsabilidade

Isto não é uma frase de efeito de marketing: é a arquitetura que já está em produção hoje. Veja exatamente o que existe, com os mesmos termos que usamos internamente.

Criptografia de ponta a ponta

Sintomas, anamnese e Relatórios de IA são protegidos com criptografia de envelope (AES-256-GCM). As chaves são geridas por um serviço dedicado (AWS KMS) e vinculadas ao registro, ao paciente e ao campo específicos — um dado criptografado não pode ser reaproveitado fora do contexto original.

Isolamento por paciente no banco de dados

Row Level Security no PostgreSQL garante que cada consulta só alcança os dados do próprio paciente ou dos pacientes efetivamente vinculados ao profissional que consulta — uma camada de proteção adicional à validação da aplicação, não uma substituta dela.

Triagem de sintomas revisada por médico

As categorias que orientam o alerta automático de sinais de gravidade são baseadas em diretrizes reconhecidas (CDC, AHA/ACC, NICE) e passam por revisão de um profissional de saúde — não são geradas livremente por um modelo de linguagem a cada mensagem.

Pronta para a Resolução CFM nº 2.454/2026

Disponibilizamos um modelo preenchido de avaliação preliminar de risco de IA (art. 12 da Resolução), pronto para o médico responsável do seu consultório ou clínica classificar e assinar — o dever de casa técnico já está feito.

Toda geração de IA é rastreável

Cada Relatório de IA fica registrado com paciente, profissional solicitante, modelo de IA utilizado, versão do prompt e data de geração. Nada é produzido de forma anônima ou sem responsável identificável.

A IA nunca decide sozinha

Toda saída da IA é apresentada como hipótese, nunca como diagnóstico confirmado — tanto na interface quanto em um aviso fixo junto a cada relatório. A decisão clínica é sempre do profissional responsável.

Perguntas diretas

O que profissionais e clínicas costumam perguntar

A IA pode diagnosticar meu paciente?

Não. A modalidade de apoio à avaliação clínica organiza hipóteses, nível de suspeição e sugestões de investigação a partir do histórico relatado — nunca substitui exame físico, anamnese presencial ou julgamento clínico do profissional.

O que acontece se a triagem automática errar ou ficar indisponível?

A classificação de sinais de alerta tem um segundo mecanismo, determinístico, que assume quando a IA não pode ser consultada (indisponibilidade do provedor) — a cobertura de segurança não depende de uma única chamada de API. Profissionais também podem avaliar cada relatório de IA gerado e marcar se a hipótese foi útil, o que alimenta a revisão contínua do sistema.

Meus dados clínicos saem do Brasil?

Alguns operadores (como o provedor de IA) processam dados em servidores fora do Brasil. Essa transferência segue o art. 33 da LGPD, com cláusulas contratuais e políticas de proteção de dados desses fornecedores — o detalhamento completo está na nossa Política de Privacidade.

Isso substitui minha responsabilidade como profissional?

Não. A Resolução CFM nº 2.454/2026 e nossos próprios avisos deixam isso explícito: quem decide o diagnóstico e a conduta terapêutica é sempre o profissional de saúde responsável, com apoio — não substituição — da ferramenta.

Detalhamento completo em nossa Política de Privacidade e nos Termos de Uso. Já tem conta? Entrar.